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Barueri ganha campo de treinamento de golfe no Parque Ecológico


Barueri inaugurou na sexta-feira, dia 12, um drive range (campo de treinamento) de golfe, que fica às margens do lago do Parque Ecológico do Tietê, em Alphaville, bem próximo da entrada principal. “Existe uma blindagem injusta em cima do golfe, rotulado como ‘esporte de rico’. Ao contrário disso, esse esporte proporciona disciplina e inclusão social”, revela Jack Corrêa, diretor-presidente da GoUpGolf Events e presidente do Instituto Golfe Brasil (sediado em Alphaville).


A formação de um jogador pode demorar de dois a três anos. Jack Corrêa contará com o apoio de Rogério Ribeiro Dias, o “Rogerinho do Golfe”, jogador experiente, morador de Barueri, para a seleção e treinamento dos jogadores. Não há restrições de gênero ou de idade.


Várias autoridades municipais, dentre elas Sônia Furlan, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Barueri, Beto Piteri, secretário de Obras, e Marco Antônio de Oliveira, (Bidu), secretário de Recursos Naturais e do Meio Ambiente (Sema) compareceram ao evento. O parque é gerenciado pela Sema.


Sônia Furlan, com a voz quase tão embargada como a de Jack Corrêa ao iniciar a solenidade, enalteceu que “o universo conspira a favor dos que têm a mesma intenção de fazer o bem” e vislumbrou as muitas oportunidades que esse empreendimento proporcionará a crianças, jovens e adultos de Barueri.


Beto Piteri, por sua vez, explanou sobre o desenvolvimento de Barueri: “acompanho nossa cidade desde quando era uma cidade-dormitório. Hoje é um grande município e se preocupa muito com a inclusão dos moradores que trabalharam para esse crescimento. Queremos que essa parceria com o golfe forme seres humanos melhores”, afirmou.


“Não quero me estender. Só tenho que agradecer essa parceria com o IGB. Estou convicto de que esse espaço lindo se transformará numa maravilhosa escola de golfe”, argumentou Bidu.


Como usufruir

As “peneiras” (seletivas) para frequentar as aulas de golfe ocorrem todos os sábados e domingos das 8h às 10h e das 15h às 17h. Basta comparecer com documento de identidade e comprovante de residência. Há 100 vagas disponíveis para esta fase inicial. Não há limite de idade.


A fim de cumprir a proposta de inclusão social, todas as quartas e sextas-feiras das 8h às 10h e das 15 h às 17h, os usuários da Apae Barueri (Projeto Tacada Especial) também receberão instruções no campo de treinamento recém-inaugurado.


Sobre o golfe

Escoceses e ingleses brigam pela paternidade do golfe, que teria surgido no século XV. As regras oficiais determinam que o jogador que acertar a bola nos dezoito buracos do circuito com o menor número de tacadas, será o vencedor da partida, que pode demorar mais de quatro horas. A fim de dificultar esse objetivo, há árvores, cursos d’água e acidentes geográficos pelo caminho.


Para vencer esses obstáculos, os jogadores são transportados em carrinhos elétricos e os caddies (carregadores de tacos) fazem o trabalho pesado. “Muitos desses carregadores acabam se tornando jogadores profissionais tanto no Brasil como nos Estados Unidos, onde o golfe é muito popular. Lá, as prefeituras constroem campos de golfe em parques e pessoas de todas as classes sociais jogam”, adverte Jack.


Jack Corrêa

“Jack do Golfe” nasceu no Rio de Janeiro, tem 48 anos e faz parte de uma família que há cinco gerações se dedica ao golfe profissional. Já foi presidente da PGA (Associação Brasileira dos Profissionais de Golfe) e de outras entidades e participou do projeto de criação do campo de golfe na Reserva de Marapendi, no Rio de Janeiro, para as Olimpíadas de 2016.


É um grande entusiasta da popularização do golfe e tem projetos em Teresópolis (RJ) e na Cidade de Deus, na capital fluminense. “Nosso objetivo é tornar o golfe mais acessível e dar oportunidade para que pessoas de todas as idades conheçam o esporte e descubram a diferença que ele fará na vida dos praticantes e das famílias em geral”, ensina.


Rogerinho do Golfe

Rogério Ribeiro Dias, de 39 anos, é morador do Jardim dos Altos há vários anos. Começou como caddy no São Fernando Golf Club em 1998. Passou pelo clube Vista Verde em Araçariguama e tornou-se jogador profissional em 2007. “Estudei golfe, participei de vários torneios e hoje sou um aspirante a técnico”, orgulha-se.


Já atuou em vários projetos de míni golfe (em escolas municipais de Barueri e no Centro Comunitário Vila do Sapo) para desmistificar o rótulo de que o golfe seja um esporte de elite. Ele tem uma notícia em primeira mão: “já fizemos uma peneira com 70 participantes no último domingo, dia 14, e seis foram selecionados para iniciar na próxima semana. Serão duas horas diárias de aula de segunda a sexta-feira”, avisa.


Barueri inaugurou na sexta-feira, dia 12, um drive range (campo de treinamento) de golfe, que fica às margens do lago do Parque Ecológico do Tietê, em Alphaville, bem próximo da entrada principal. “Existe uma blindagem injusta em cima do golfe, rotulado como ‘esporte de rico’. Ao contrário disso, esse esporte proporciona disciplina e inclusão social”, revela Jack Corrêa, diretor-presidente da GoUpGolf Events e presidente do Instituto Golfe Brasil (sediado em Alphaville).


A formação de um jogador pode demorar de dois a três anos. Jack Corrêa contará com o apoio de Rogério Ribeiro Dias, o “Rogerinho do Golfe”, jogador experiente, morador de Barueri, para a seleção e treinamento dos jogadores. Não há restrições de gênero ou de idade.


Várias autoridades municipais, dentre elas Sônia Furlan, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Barueri, Beto Piteri, secretário de Obras, e Marco Antônio de Oliveira, (Bidu), secretário de Recursos Naturais e do Meio Ambiente (Sema) compareceram ao evento. O parque é gerenciado pela Sema.


Sônia Furlan, com a voz quase tão embargada como a de Jack Corrêa ao iniciar a solenidade, enalteceu que “o universo conspira a favor dos que têm a mesma intenção de fazer o bem” e vislumbrou as muitas oportunidades que esse empreendimento proporcionará a crianças, jovens e adultos de Barueri.


Beto Piteri, por sua vez, explanou sobre o desenvolvimento de Barueri: “acompanho nossa cidade desde quando era uma cidade-dormitório. Hoje é um grande município e se preocupa muito com a inclusão dos moradores que trabalharam para esse crescimento. Queremos que essa parceria com o golfe forme seres humanos melhores”, afirmou.


“Não quero me estender. Só tenho que agradecer essa parceria com o IGB. Estou convicto de que esse espaço lindo se transformará numa maravilhosa escola de golfe”, argumentou Bidu.


Como usufruir

As “peneiras” (seletivas) para frequentar as aulas de golfe ocorrem todos os sábados e domingos das 8h às 10h e das 15h às 17h. Basta comparecer com documento de identidade e comprovante de residência. Há 100 vagas disponíveis para esta fase inicial. Não há limite de idade.


A fim de cumprir a proposta de inclusão social, todas as quartas e sextas-feiras das 8h às 10h e das 15 h às 17h, os usuários da Apae Barueri (Projeto Tacada Especial) também receberão instruções no campo de treinamento recém-inaugurado.


Sobre o golfe

Escoceses e ingleses brigam pela paternidade do golfe, que teria surgido no século XV. As regras oficiais determinam que o jogador que acertar a bola nos dezoito buracos do circuito com o menor número de tacadas, será o vencedor da partida, que pode demorar mais de quatro horas. A fim de dificultar esse objetivo, há árvores, cursos d’água e acidentes geográficos pelo caminho.


Para vencer esses obstáculos, os jogadores são transportados em carrinhos elétricos e os caddies (carregadores de tacos) fazem o trabalho pesado. “Muitos desses carregadores acabam se tornando jogadores profissionais tanto no Brasil como nos Estados Unidos, onde o golfe é muito popular. Lá, as prefeituras constroem campos de golfe em parques e pessoas de todas as classes sociais jogam”, adverte Jack.


Jack Corrêa

“Jack do Golfe” nasceu no Rio de Janeiro, tem 48 anos e faz parte de uma família que há cinco gerações se dedica ao golfe profissional. Já foi presidente da PGA (Associação Brasileira dos Profissionais de Golfe) e de outras entidades e participou do projeto de criação do campo de golfe na Reserva de Marapendi, no Rio de Janeiro, para as Olimpíadas de 2016.


É um grande entusiasta da popularização do golfe e tem projetos em Teresópolis (RJ) e na Cidade de Deus, na capital fluminense. “Nosso objetivo é tornar o golfe mais acessível e dar oportunidade para que pessoas de todas as idades conheçam o esporte e descubram a diferença que ele fará na vida dos praticantes e das famílias em geral”, ensina.


Rogerinho do Golfe

Rogério Ribeiro Dias, de 39 anos, é morador do Jardim dos Altos há vários anos. Começou como caddy no São Fernando Golf Club em 1998. Passou pelo clube Vista Verde em Araçariguama e tornou-se jogador profissional em 2007. “Estudei golfe, participei de vários torneios e hoje sou um aspirante a técnico”, orgulha-se.


Já atuou em vários projetos de míni golfe (em escolas municipais de Barueri e no Centro Comunitário Vila do Sapo) para desmistificar o rótulo de que o golfe seja um esporte de elite. Ele tem uma notícia em primeira mão: “já fizemos uma peneira com 70 participantes no último domingo, dia 14, e seis foram selecionados para iniciar na próxima semana. Serão duas horas diárias de aula de segunda a sexta-feira”, avisa.

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